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Andropausa em Uberlândia: quando a queda hormonal merece tratamento

Cansaço, libido em baixa e o corpo respondendo diferente. Nem tudo é idade: às vezes é hormônio, e dá pra tratar com critério.

Quero investigar meus sintomas

Dr. Artur Bianco · Urologista e Andrologista · CRM-MG 65538 · RQE 50603

O que é a andropausa

Andropausa é o nome popular da deficiência androgênica do envelhecimento masculino: a queda gradual da produção de testosterona que acompanha os anos. Diferente da menopausa, ela não é abrupta nem universal. A produção cai lentamente, e só uma parte dos homens desenvolve sintomas suficientes pra caracterizar o quadro clínico.

Os sinais de que não é só a idade

Diagnóstico com critério

O diagnóstico exige o conjunto: sintomas compatíveis e deficiência confirmada em dosagens repetidas, colhidas pela manhã, junto do painel completo que procura a causa. Condições como obesidade, diabetes e apneia do sono derrubam a testosterona e precisam entrar na conta, porque tratá-las pode recuperar a produção natural.

Tratamento da andropausa

Quando a deficiência é confirmada e os sintomas pesam na qualidade de vida, a reposição hormonal entra com acompanhamento estruturado: via de administração escolhida junto com o paciente, reavaliações periódicas e monitoramento de segurança, incluindo próstata e sangue. Quando a causa é reversível, o plano começa por ela. O atendimento é presencial em Uberlândia ou por teleconsulta.

Perguntas frequentes

Andropausa é igual à menopausa?

Não. Na mulher, a queda hormonal é abrupta e universal. No homem, a testosterona cai de forma gradual e nem todos desenvolvem sintomas que exijam tratamento.

Quais os sinais da andropausa?

Queda de libido, cansaço, perda de massa muscular, ganho de gordura abdominal, alterações de humor e piora da qualidade da ereção, de instalação lenta ao longo dos anos.

Todo homem mais velho precisa repor testosterona?

Não. A reposição é indicada apenas quando há deficiência confirmada em exames somada a sintomas relevantes. Muitos casos melhoram tratando sono, peso e condições associadas.

A partir de que idade investigar?

Não há idade fixa. Sintomas compatíveis em qualquer fase justificam a avaliação, que costuma ganhar relevância a partir dos 40 a 50 anos.

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